PessoALL .... Este vídeo é para os que curtem Violão, tenho vários alunos que sabem tocar, e tenho certeza que também ficarão deslumbrados, Vale a pena conferir, pois o cara é DEMAIS.
PessoALL ... vejam, no mínimo curioso, vc digita uma mensagem no campo, e ela aparece na tela da moça e aí ela comenta seu texto... pena que está em " ENGLISH " , portanto pode ser um bom momento para vc treinar... Ok , OK ,OK...
Esse vídeo, uma campanha institucional, retrata muito bem o que tem ocorrido no mundo atual. Nesse tempo em que os adultos reclamam tanto da falta de limites de crianças e de jovens, é bom lembrar que, por trás de cada comportamento repreensível de crianças e jovens, há um contexto adulto como referência.
Sabemos que as crianças aprendem muito mais observando o que ocorre à sua volta do que ouvindo lições teóricas. E elas são sensíveis o suficiente para perceberem as contradições entre o que ouvem dos adultos e o que testemunham no mundo deles. Por isso, precisamos tomar bastante cuidado com nossas atitudes.
Não se trata de ser modelo de perfeição para eles. Sou totalmente contra essa idéia já que todos nós temos nossos defeitos, nossas manias, nossos vícios. Assim, os pais podem tomar bebida alcoólica em casa, por exemplo, na frente dos filhos, desde que seja esclarecido que o mundo adulto é diferente do mundo da criança e dos adolescentes e que seja vetado a eles tal acesso, pelo menos enquanto eles não atingirem a maturidade. Podem, também, deixar claro aos filhos que não querem que estes adquiram os mesmos defeitos dos pais.
Mas, não há como fazer tal diferença quando se trata de convivência social, solidariedade, comportamento civilizado, respeito ao bem comum e aos outros, de controle da impulsividade e da agressividade. Nessas questões, crianças e adolescentes precisam do modelo adulto. E, pelo jeito, não temos sido muito bons nisso.
Então, vamos desejar e oferecer adultos melhores às nossas crianças e aos jovens nesse novo ano. Desse modo, daremos a eles a esperança de um futuro melhor.
Quem tem filhos pequenos, com menos de cinco anos mais ou menos, às vezes tem a impressão de que “mãe dói”, não é verdade? É que eles estão bem e, basta a mãe aparecer ou desaparecer, que eles choram de provocar dó. “Mãe, veja só como eu sofro!”, parecem dizer os bebês e as crianças pequenas. Esse vídeo, que eu adorei, mostra que, para a criança, fazer a tal birra – sabe-se lá o motivo – só faz sentido se a mãe testemunhar.
O interessante é que nem sempre eles fazem isso com o pai, não é mesmo? Fazem, é claro, mas algo no comportamento dos homens provoca uma desistência mais rápida dessa estratégia. É que mãe, em geral, tem emoção frágil no que diz respeito aos filhos. Elas sofrem com o sofrimento deles, tentam de todas as maneiras resolver os problemas que eles enfrentam, não suportam com facilidade a carinha de frustração que eles fazem e sentem uma dor profunda a cada lágrima por eles derramada.
E logo os filhos aprendem como isso funciona com a mãe. Quando ela está para sair, por exemplo, eles logo começam: choramingam, choram de verdade, fazem manha e até birra. Ao se despedir, a mãe fica com a idéia de que o filho pequeno não sobreviverá sem a presença dela. Mas, vou esclarecer o que a maioria logo descobre: assim que a mãe sai, eles logo se distraem e levam a vidinha deles com alegria e tranqüilidade. Se a mãe permitir isso, é claro. O mesmo fenômeno ocorre em relação à escola: eles choram para ficar, mas logo depois ficam bem; estão ótimos no espaço escolar, mas basta a mãe apontar e eles fazem beicinho de choro...
A mãe não deve nem precisa ignorar essa expressão do filho: é preciso, sim, acolher a comunicação dele, mas ao mesmo tempo, não permitir que ele fique aprisionado a esse modo de se relacionar com as intensas emoções que surgem no relacionamento com a mãe. Para ajudar a criança a superar esse estágio, a mãe precisa ser firme para não se comover com a emoção por ele demonstrada.
Traduzir em palavras o que ela expressa é uma boa dica. “Você está me dizendo que está triste porque eu vou sair, mas logo eu volto” é um exemplo. No caso das birras, pode ser “essa não é uma boa maneira de insistir para ter o que você quer”, por exemplo. Mas, logo em seguida, no primeiro caso é preciso que a mãe saia com tranqüilidade e segurança e, no segundo, que ajude a criança a sair do foco do que quer.
Esse vídeo não é mesmo muito elucidativo para quem tem filhos pequenos?